Design que pensa, sente e habita o espaço. Esta obra não responde a "tendências". Ela responde a perguntas maiores: O que é habitar? O que é conforto? O que é permanência? O que merece existir durante décadas?
Victor Manuel

Estilo: Híbrido   Conceito: Uno-Prático

DESTAQUES NA IMPRENSA:



Não são peças "inspiradas em".
São peças "assinadas por".

Victor Manuel



Esculturas funcionais - uma visão de autor do design contemporâneo

Mesa Encapsulada - Filosofia Materializada Não é apenas design, é filosofia materializada. Encerrada em vidro, esta mesa suspende o tempo e o gesto. A madeira quente, contida num invólucro translúcido, evoca o silêncio e a contemplação. Como em Pessoa, o essencial está no que se insinua, não no que se mostra. Um objeto que pensa. Um espaço para parar.    

Iluminar é, muitas vezes, escutar em silêncio.
Victor Manuel 

Mobiliário Uno-Prático


Uno-Prático
Mobiliário com alma. Design com pensamento.
Estilo Híbrido · Função Essencial · Identidade Singular

Uno-Prático não é apenas uma coleção de mobiliário, é uma forma de habitar o espaço com inteligência formal e profundidade emocional. Cada peça nasce de um gesto intencional, onde o design ultrapassa a função para se tornar linguagem, presença e pensamento.

Inspirado pela clareza poética de Fernando Pessoa, capaz de condensar mundos em frases de silêncio denso, adoto o mesmo princípio no processo criativo: dizer mais com menos. Tal como o poeta multiplicava heterónimos para explorar a complexidade da alma humana, também eu habito diferentes "eus criativos", expressos numa estética híbrida, sensível e direta.

O nome Uno-Prático traduz essa essência:
Uno como unidade conceptual e coerência estética.
Prático como afirmação da função enquanto valor essencial, não acessório.

As peças não são neutras nem decorativas. São objetos com voz própria, que dissolvem fronteiras entre o útil e o simbólico, entre o corpo e o espaço. Existem para serem vividas, tocadas, interrogadas. São esculturas funcionais, manifestos silenciosos.

A materialidade é também expressão do conceito: a tensão entre o grão quente da madeira e o frio do metal, entre a opacidade do MDF e a leveza do vidro, acentua a dualidade híbrida. Cada contraste é uma escolha intencional, que estimula os sentidos e amplifica a presença da peça no espaço.

No meu atelier, a Inteligência Artificial não substitui a criação: amplia-a. É uma ferramenta de visualização e simulação que atua como extensão da intuição, ligando o invisível da ideia ao tangível da forma.

O desafio da engenharia é constante. Desenhar uma "quimera" é fácil no papel, mas difícil de construir. Uso o meu conhecimento técnico para garantir que formas aparentemente impossíveis sejam estruturalmente sãs.

Acredito que o verdadeiro luxo reside na profundidade do pensamento que antecede a forma. É esse luxo do pensamento que transforma cada peça numa experiência, numa memória e numa projeção de futuro.

Uno-Prático pensa, sente e propõe uma nova forma de habitar: funcional, poética e singular.

Candeeiro Tríade - Escultura Luminosa de Equilíbrio

O Candeeiro Tríade é uma peça de iluminação que se afirma pela contenção, pela precisão e pelo silêncio formal. Mais do que iluminar, organiza o espaço. A sua presença é discreta, mas estrutural, como um pensamento claro que se impõe sem ruído. Assente numa base tripé de linhas esguias, a estrutura evoca instrumentos de medição, cavaletes de desenho e dispositivos técnicos do modernismo clássico. Cada perna cumpre uma função exata, contribuindo para um equilíbrio rigoroso e visualmente leve. Aqui, nada é redundante.

Geometria Essencial - A composição articula-se a partir de três pontos de apoio, criando uma tensão estável que sustenta o corpo luminoso horizontal. Esta relação entre verticalidade técnica e horizontalidade luminosa traduz um princípio central do Uno-Prático: menos elementos, mais intenção.

Matéria e Luz - A estrutura em madeira de Cerejeira, pontuada por discretos detalhes metálicos, contrasta com a cúpula alongada revestida em tecido de tom quente. A luz, filtrada e suave, difunde-se de forma homogénea, criando uma atmosfera de conforto, introspecção e pausa. Não encandeia. Acompanha.

Função como Presença - O Candeeiro Tríade não se limita a cumprir uma função utilitária. É um objeto que convida à permanência, leitura, reflexão, conversa silenciosa. A luz torna-se matéria emocional, e o candeeiro, um mediador entre o espaço e o tempo.

Vibração do Espaço - Colocado numa sala de estar, biblioteca, estúdio ou galeria, o Tríade age como um ponto de equilíbrio visual e conceptual. Não compete com o espaço: ancora-o. No Candeeiro Tríade, a luz não se impõe. Sustenta. Orienta. Permanece.

Características Técnicas

• Materiais: Estrutura madeira, cúpula revestida em tecido, componentes metálicos de ligação

•  Fonte de luz: LED difuso de alta eficiência

• Acabamentos: Estrutura em tom escuro, cúpula têxtil em tom quente

• Estilo: Contemporâneo · Minimalista · Escultural

• Aplicações: Salas de estar, bibliotecas, espaços de leitura, galerias, ambientes culturais

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Chaise Decorum - Escultura de Repouso Articulado

A Chaise Decorum é uma celebração do repouso enquanto gesto consciente. Não se limita a acolher o corpo: acompanha-o. A sua forma contínua, de madeira moldada com precisão, desenha uma superfície fluida que convida à desaceleração e à permanência. Inspirada numa leitura contemporânea do Art Déco e do Mid-Century Modern, esta chaise traduz elegância estrutural, rigor geométrico e sensualidade material num único corpo. Cada curva é controlada, cada inclinação pensada, cada detalhe reduzido ao essencial.

Mecânica Visível, Pensamento Oculto - Os elementos laterais metálicos, discretamente ornamentados, não são apenas decorativos, são parte integrante do sistema de articulação que permite ajustar a inclinação do encosto. Esta mecânica exposta assume-se como linguagem: técnica tornada expressão, engenharia convertida em estética. Aqui, o movimento não é ruído. É intenção.

Matéria e Corpo - A superfície em madeira nobre, de tom quente, estabelece uma relação direta com o corpo. O material não é revestimento, é estrutura, pele e presença. O repouso acontece num diálogo entre firmeza e conforto, onde a ergonomia surge de forma natural, quase intuitiva.

Função como Ritual - A Chaise Decorum não propõe um descanso passivo. Propõe um estado. Ler, contemplar, simplesmente estar. O ajuste do encosto transforma o utilizador em participante ativo da peça, reforçando a ideia central do Uno-Prático: o design como experiência vivida.

Presença no Espaço - Em ambientes residenciais, bibliotecas, hotéis de autor ou galerias, a Chaise Decorum afirma-se como peça-âncora. Não compete com o espaço, dignifica-o. É simultaneamente mobiliário e escultura, objeto de uso e de contemplação.

Na Chaise Decorum, o descanso não é fuga. É alinhamento entre corpo, tempo e matéria.

Características Técnicas  

  Materiais: Madeira moldada, estrutura e ferragens metálicas

•  Sistema: Encosto articulado com mecanismo lateral visível

•  Acabamentos: Madeira natural envernizada, metal polido

•  Estilo: Contemporâneo · Art Déco reinterpretado · Escultural

Aplicações: Salas de estar, bibliotecas, hotéis de autor, galerias

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Mesa Meridian - Escultura Funcional de Convívio

A Mesa Meridian é uma celebração do encontro. Uma peça que transforma o ato de sentar, conversar e permanecer num ritual contemporâneo ao ar livre. Mais do que mobiliário exterior, é uma escultura funcional que organiza o espaço em torno da sombra, da luz e da partilha.

Inspirada em arquétipos mediterrânicos, o sol, o abrigo, a pausa, a Mesa Meridian eleva o convívio quotidiano a um gesto consciente. A sua presença é simultaneamente gráfica e serena, impondo-se com naturalidade sem nunca dominar o ambiente.

Arquitetura do Encontro - O conjunto articula-se a partir de um eixo central vertical que sustenta a cobertura circular, desenhada como um disco solar. Este elemento não é apenas proteção: é símbolo. A sombra projetada torna-se espaço habitável, delimitando um território íntimo no exterior. A mesa e os assentos surgem como extensões naturais desse eixo, organizados de forma radial e equilibrada. Tudo converge para o centro, não por imposição, mas por atração.

Matéria e Luz - As superfícies em tom quente, com textura subtilmente martelada, dialogam com a luz natural, criando reflexos suaves ao longo do dia. O metal assume aqui um papel nobre e táctil, afastando-se da frieza industrial para se aproximar da ideia de permanência e elegância intemporal.

Função como Ritual Social - A Mesa Meridian não é pensada para uso apressado. É um convite à permanência: refeições lentas, conversas longas, silêncios partilhados. A ergonomia é simples, direta, quase arquetípica, porque o conforto, aqui, nasce do equilíbrio e da proporção.

Presença no EspaçoEm piscinas, jardins, terraços ou espaços hoteleiros de autor, a Mesa Meridian atua como ponto de gravidade social. Não é um objeto isolado: é um lugar.

Na Mesa Meridian, o design não protege apenas do sol. Protege o tempo.

Características Técnicas

• Materiais: Estrutura metálica, superfícies metálicas texturadas

• Composição: Mesa central, assentos integrados, cobertura circular

• Acabamentos: Metal em tom quente acetinado

• Estilo: Contemporâneo · Escultural · Design de exterior autoral

• Aplicações: Jardins, piscinas, hotéis, resorts, espaços exteriores de autor

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

O meu design aceita o risco de não agradar, porque prefere significar.
Victor Manuel

Porquê criei esta coleção híbrida

A coleção Concept-Uno-Prático nasce de uma vontade profunda de questionar os limites tradicionais do design. Não por provocação gratuita, mas por uma necessidade real de explorar novos caminhos, de pensar para além do que está instituído, de abrir espaço a interpretações mais livres, mais emocionais e mais ousadas daquilo que um objeto pode ser.

Esta coleção é uma resposta a anos de escuta atenta a fórmulas repetidas, a modelos normativos, a frases como "isso não se faz" ou "isso não é design". É uma proposta alternativa, não contra ninguém, mas a favor da diversidade criativa.

Mais do que uma coleção, é um manifesto. Uma rebelião contra o tédio das linhas retas previsíveis. Um território onde o mobiliário é simultaneamente arte e pensamento, e onde a peça não serve apenas para pousar um objeto: ela reclama o seu lugar no espaço como escultura autónoma.

A maioria do design de mobiliário contemporâneo foca-se na ergonomia invisível ou na produção em massa. Eu escolhi o caminho oposto. Um design que exige atenção e que transforma o espaço doméstico numa galeria de exploração formal.

Se o design é, também, expressão cultural e artística, então que tenha coragem de arriscar. Mesmo que desconcerte. Mesmo que não agrade a todos.

Cada peça interrompe o espaço. Não se funde com a parede: impõe-se como ponto focal, como presença escultórica que redefine a fronteira entre escultura e funcionalidade.

A Concept-Uno-Prático afirma-se como Collectible Design: peças de tiragem limitada, onde o valor reside na originalidade conceptual, na execução rigorosa e na identidade visual única

Chaise Órbita - Escultura Funcional com Luz Integrada

A Chaise Órbita é a afirmação plena do meu universo estético e conceptual, uma escultura habitável que transcende o mobiliário. Mais do que um objeto, é um casulo tecnológico que convida à introspeção, questionando o lugar do Homem no cosmos do quotidiano. A sua presença não decora: transforma. Não se limita a ser vista, exige ser contemplada. Concebida sob a filosofia Uno-Prático, a Órbita funde fluidez formal, funcionalidade intuitiva e sofisticação material num só gesto contínuo. É, simultaneamente, presença poética e precisão construtiva.

Anatomia Relacional - A estrutura orgânica em madeira maciça curvada desenha uma silhueta em onda, acolhendo dois assentos simétricos. Cada curva obedece a princípios ergonómicos rigorosos, proporcionando conforto individual e espaço partilhado, porque o design é, também, uma experiência de relação.

Matéria e Ritual - Revestida em couro ecológico acolchoado de tom antracite, a chaise alia o tato confortável a uma presença visual forte. Apoios laterais integrados permitem usos discretos, leitura, descanso ou partilha silenciosa.

Luz e Narrativa - O seu ponto mais distintivo é o arco metálico em aço inox escovado, que integra uma luminária LED. Este elemento não apenas ilumina, mas completa a narrativa da peça, criando um microambiente de contemplação e ritual.

Vibração do Espaço - A Órbita é uma escultura viva. A sua forma altera a vibração de qualquer sala. Em espaços privados ou públicos, impõe-se como manifesto silencioso de identidade, beleza e inteligência construtiva.

Na Chaise Órbita, procurei o impossível: dar peso ao sonho e leveza ao aço.

Características Técnicas:
• Materiais: MDF lacado, superfícies em compósito técnico, madeira maciça, laminados, couro ecológico, aço inox escovado, LED
• Acabamentos: Madeira envernizada, estofos em acabamento mate
• Aplicações: Salas de estar, bibliotecas, espaços lounge, galerias
• Estilo: Contemporâneo · Escultural · Funcionalista

A Chaise Órbita não é apenas uma peça, é uma presença com força de autor e visão de futuro, onde o design se torna pensamento habitável.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)  

Desde sempre apaixonado por coisas belas, sobretudo mobiliário; para mim, ser designer não é uma profissão, mas sim a tradução visível de um estado de espírito que procura a estética funcional em cada detalhe do meu quotidiano.
Victor Manuel

Cozinha AR_33_STR - Fluxo Vermelho com Curvas

A Cozinha AR_33_STR é uma afirmação espacial onde o gesto escultórico se encontra com a funcionalidade do quotidiano. Esta peça de interior propõe uma nova linguagem para o espaço culinário: fluida, ousada e sensorial. Dominada por um acabamento lacado em vermelho intenso e brilhante, a cozinha apresenta superfícies curvas que revelam mestria sobre geometrias complexas. As formas orgânicas, suavemente arredondadas, criam um movimento visual contínuo que desafia a rigidez tradicional deste tipo de espaço. O contraste com os tons neutros, preto mate e betão aparente, confere sofisticação e equilíbrio à composição.

Os módulos inferiores e superiores apresentam sistemas de abertura embutidos, preservando a limpeza visual e a integridade formal das superfícies. A iluminação LED, estrategicamente colocada na base e sob os armários, desenha o contorno da peça e amplifica a sensação cenográfica do ambiente. Com bancada funcional, eletrodomésticos integrados e apontamentos técnicos bem resolvidos, a AR_33_STR prova que a estética não compromete a utilidade — antes a amplifica. É um espaço concebido para quem vê no ato de cozinhar uma extensão da criatividade.

Características Técnicas:
• Materiais: MDF lacado, superfícies em compósito técnico
• Acabamentos: Vermelho alto brilho com detalhes em preto mate
• Iluminação: LED embutido sob armários superiores e na base
• Eletrodomésticos: Integrados (forno, micro-ondas, frigorífico oculto)
• Estilo: Futurista, escultural, minimalismo orgânico

Mais do que mobiliário de cozinha, esta é uma peça de arquitetura interior com assinatura de autor. A Cozinha AR_33_STR sintetiza emoção cromática, rigor funcional e identidade formal num só gesto contínuo.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA

Chaise-longue - A Mais Bela Cadeira do Mundo

Declaração de Intenção
Dar este nome à peça não é um gesto de arrogância, é um ato de responsabilidade criativa. A Mais Bela Cadeira do Mundo nasce da convicção de que beleza surge quando forma, função e verdade se unem num só gesto.
Não pretende agradar a todos. Pretende ser inteira.
Identidade da Peça É uma escultura funcional com um único ponto de apoio: um cone de alumínio fixado por um parafuso.
Este elemento é ao mesmo tempo estrutura e símbolo estético, desafiando a lógica tradicional da estabilidade. Cada componente existe por necessidade, e por beleza.
Manifesto Concebida a partir do essencial: menos apoios, mais intenção.
Transforma o descanso num ato consciente e equilibrado entre matéria, engenharia e emoção. A forma acolhe, a técnica serve, a peça ancora.
Estrutura e Equilíbrio Construída em contraplacado de cerejeira, curvado com precisão, unida por varão roscado estrutural.
O único apoio central em alumínio traduz-se numa escultura de tensão controlada, com leitura de leveza e flutuação.
Ergonomia e Matéria As inclinações respeitam o corpo, promovendo relaxamento natural. O couro funciona como mediador sensorial, reforçando a ligação entre utilizador e estrutura. A combinação de cerejeira, alumínio e cabedal une nobreza, técnica e conforto.
Solução Técnica e Sustentabilidade
• Sistema de fixação central oculto
• Materiais nobres e recicláveis
• Construção modular, racional
A sustentabilidade resulta da inteligência do projeto.
Aplicações Ideal para residências de autor, galerias, bibliotecas e projetos de arquitetura como peça-manifesto.
Declaração Final

Não procura consenso. Procura presença. É design como pensamento habitável, onde descansar é contemplar, e o equilíbrio, identidade.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)  

Manifesto Conceptual 

Victor Manuel Marques Esteves

Num tempo em que o mundo se rende à repetição e à produção em série, escolho resistir. Não desenho para preencher espaços, desenho para despertar consciências. Para mim, o design é mais do que função: é poesia habitável.

Cada curva é um gesto pensado. Cada cor, uma intenção emocional: do branco que purifica ao cinzento que acalma, dos acentos cromáticos que irrompem como pulsares de vida. Nada é decorativo. Tudo é narrativo.

O mobiliário que crio não é mero objeto: é presença poética, escultura funcional, instrumento de identidade. Um sofá torna-se refúgio. Uma mesa transforma-se em escultura. Um armário oculta uma atmosfera de luz. Tal como os heterónimos de Fernando Pessoa, cada peça contém múltiplas vozes, a simplicidade de Caeiro, o rigor de Reis, a ousadia de Campos.

Desenhar uma "quimera" é fácil no papel, difícil de construir. É aí que entra o engenheiro dentro de mim, aquele que assegura que cada forma, por mais ousada, se mantém estruturalmente sã. A rutura da simetria, o equilíbrio improvável, a sugestão de movimento numa peça estática, tudo isso requer precisão, estudo e consciência material.

Abraço uma estética de futuro possível: sensível, ousada e consciente. Rejeito o desperdício e a ostentação da matéria bruta. Prefiro a inteligência dos materiais contemporâneos, Contraplacados, MDF, compósitos, metais, que permitem curvas precisas e superfícies contínuas, sem ferir o planeta.

A tecnologia está presente sem exibicionismo. Integrada com subtileza, amplifica a experiência sensorial. As minhas peças não gritam: respiram. Mas quando interrompem o espaço, interrompem com intenção, como pontos focais que transformam o quotidiano num campo de reflexão estética.

Chamo a esta linguagem o meu universo Uno-Prático: um modernismo funcional integrado, onde beleza, ética e construção inteligente coexistem.

Crio objetos que são ideias.
Crio esculturas funcionais.
Crio design que é, acima de tudo, arte com responsabilidade, e com assinatura.

Poltrona Orbe - Equilíbrio Cortante

A Poltrona Orbe encarna a fusão entre escultura e função. A sua silhueta arrojada, combinando materiais nobres e integração inteligente de elementos, faz desta peça um microcosmo de repouso e contemplação. A base troncocónica em madeira maciça serve de âncora visual e estrutural a um assento fluido, generosamente acolchoado em couro ecológico creme. Este desenha uma curva envolvente, convidando ao conforto sem ornamentação excessiva. A estabilidade firme da base contrasta com a leveza visual da estrutura superior, gerando uma tensão equilibrada entre massa e suspensão.

Anexada por uma curva metálica subtil, a mesa lateral circular oferece funcionalidade discreta, um suporte para objetos pessoais que reforça a autonomia do espaço habitado. É um gesto contido mas intencional, pensado para momentos de leitura, pausa ou reflexão. O elemento mais emblemático da peça é o candeeiro em arco, integrado na base. A haste metálica dourada curva-se com elegância até culminar num difusor LED de luz quente. Mais do que iluminação, trata-se de uma extensão atmosférica da peça, que desenha luz e sombra sobre o utilizador e sobre o espaço.

Características Técnicas:
• Materiais: Madeira maciça, couro ecológico, estrutura metálica
• Iluminação: LED difuso com acionamento oculto
• Estilo: Contemporâneo, escultural, centrado no utilizador
• Aplicações: Bibliotecas, suítes, áreas de leitura, hotelaria de autor

Poltrona Orbe é mais do que uma peça de mobiliário, é um lugar dentro do lugar. Uma escultura habitável que oferece abrigo à luz, à forma e ao silêncio.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)

Cadeira RATIO - Geometria Composta

A Cadeira RATIO é um manifesto de racionalidade estética e proporção arquitetónica. Esta peça alia elegância estrutural e minimalismo expressivo, resultando numa presença serena e intemporal. A sua estrutura metálica linear em dourado mate sustenta um assento e encosto estofados em pele ecológica de tom vinho profundo. Esta composição cromática cria um contraste subtil entre a sobriedade da estrutura e a densidade emocional do revestimento, realçando a sofisticação contida da peça.

A geometria da cadeira é meticulosamente desenhada. Os ângulos retos do assento e encosto reforçam a ideia de ordem e estabilidade, enquanto a inclinação arrojada das pernas traseiras introduz um ligeiro desequilíbrio visual, que desafia a simetria clássica e adiciona leveza estrutural. Os apoios de braços prolongam-se com precisão quase arquitetónica, reforçando a continuidade do traço. O conforto não é um adorno, mas uma consequência direta da lógica construtiva. O estofamento texturado oferece resistência e conforto tátil, enquanto a estrutura metálica assegura durabilidade com um acabamento luxuoso e discreto.

Características Técnicas:
• Materiais: Estrutura em aço com acabamento dourado mate; estofamento em pele ecológica de alta resistência
• Cor: Vermelho queimado (assento e encosto); dourado mate (estrutura)
• Aplicações: Salas de jantar, escritórios executivos, hotelaria, espaços expositivos
• Estilo: Modernismo refinado, minimalismo expressivo

A Cadeira RATIO é uma síntese entre lógica e emoção. Cada detalhe é calculado, cada proporção ponderada, mas o resultado final transcende o racional, afirmando-se como objeto de contemplação e uso. Um gesto silencioso de precisão e caráter.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA

Cadeira Intervalo - Geometria da Pausa

A Cadeira Intervalo é um exercício de contenção e clareza, uma peça onde cada linha responde a uma necessidade e cada gesto construtivo traduz intenção. Nada sobra. Nada falta. Concebida sob a filosofia Uno-Prático, esta cadeira propõe uma leitura essencial do sentar: corpo, apoio e pausa.

A estrutura em madeira maciça, cerejeira quente, estável e honesta, revela um desenho direto, de proporções equilibradas. A forma nasce da estrutura, sem gestos gratuitos. É uma construção silenciosa, pensada para durar, onde o design não distrai: acompanha.

O encosto, plano e ligeiramente inclinado, acolhe o corpo com naturalidade, enquanto o assento firme garante estabilidade. As pernas, subtilmente abertas, reforçam a presença arquitetónica da peça. Uma pequena superfície lateral, quase inesperada, introduz um segundo plano de uso: apoio para o braço, para um livro, para um gesto suspenso. Não é um extra. É um intervalo funcional, uma pausa dentro da pausa.

Inserida no contexto do modernismo português e em diálogo com o mid-century internacional, esta cadeira distingue-se pela sobriedade formal e pela recusa de soluções indulgentes. A sua geometria clara expressa uma ética construtiva e uma aproximação rigorosa à escala humana.

Aqui, a madeira não é ornamento, é estrutura, superfície e expressão. O veio e o tom falam por si, sem revestimentos nem artifícios. O conforto nasce da proporção, da ergonomia intuitiva, da relação direta entre matéria e corpo.

Pensada para momentos de leitura, escrita ou contemplação, a Cadeira Intervalo propõe presença. Em salas de estar, bibliotecas ou estúdios, integra-se com naturalidade e afirma-se pela discrição. Não compete com o ambiente, organiza-o com silêncio. O design não ocupa o tempo. Cria-o.

Esta peça é um manifesto de maturidade, representando uma via portuguesa do modernismo: internacional na linguagem, local na matéria e na atitude. Mais do que um simples assento, é um objeto de cultura material, construído, ponderado e durável.

Características Técnicas

• Materiais: Madeira maciça moldada

• Estrutura: Assento e encosto integrados, apoio lateral funcional

• Acabamentos: Madeira natural envernizada

• Estilo: Mid-Century reinterpretado · Contemporâneo · Uno-Prático

• Aplicações: Salas de estar, bibliotecas, escritórios de autor, espaços culturais

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA

Um dia, todo o mobiliário será assim - funcionalidade e arte fundem-se numa nova era do design: Uno-Prático, onde cada peça é uma escultura habitável que transforma o quotidiano.
Victor Manuel

Fogareiro Modul - Foco Primordial

O Modul é uma peça de design exterior que alia funcionalidade e elegância formal. Este fogareiro modular, compacto e escultural, materializa o conceito de fogo como elemento central do espaço ao ar livre, um foco primordial que aquece, serve e reúne. Pensado para pátios, rooftops, jardins ou espaços de hotelaria, o Modul combina braseiro e churrasqueira numa lógica de integração inteligente. A peça é composta por três volumes interligados:

• Um bloco superior em metal refratário, para conter e controlar a chama com segurança e eficácia.
• Uma base em aço pintado a negro, que serve de estrutura de suporte e zona de arrumação para lenha, garantindo ordem e praticidade.
• Uma superfície lateral em madeira termotratada, que atua como banco, tabuleiro ou área de apoio, reforçando a versatilidade do conjunto.

O manípulo lateral, em madeira maciça e metal, acrescenta portabilidade e valor gráfico à peça. A grelha superior permite grelhar alimentos, sem comprometer a estética depurada. Cada detalhe do Modul foi desenhado com intenção, utilitário, mas com presença icónica.

Características Técnicas:
• Materiais: Aço pintado, inox refratário, madeira termotratada
• Funções: Braseiro, grelhador, arrumação de lenha, apoio lateral
• Aplicações: Espaços exteriores domésticos e hoteleiros
• Estilo: Minimalismo industrial, funcionalismo contemporâneo

Modul é mais do que um objeto de fogo, é um organizador de espaços, uma escultura funcional que reúne forma, calor e convivência em harmonia silenciosa.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA

Cinzeiro de Pé AXIS - Silêncio em Latão

O AXIS é a expressão máxima do minimalismo funcional, um cinzeiro pedestal que alia forma pura, escala contida e presença subtil. Nesta peça, o essencial torna-se eloquente. Assente sobre uma estrutura metálica em secção quadrada, com acabamento dourado acetinado, o AXIS revela uma linguagem rigorosa e racional. A base elevada e aberta proporciona leveza visual sem comprometer a estabilidade, enquanto o topo circular, o próprio cinzeiro, encaixa com precisão na superfície, contrastando suavemente com a ortogonalidade do conjunto.

A dualidade entre o quadrado e o círculo traduz um jogo geométrico silencioso que caracteriza o meu pensamento: a beleza nasce da tensão equilibrada entre elementos formais. Apesar da sua escala reduzida, esta peça é um manifesto de contenção estética. Não há ornamentos, apenas proporção, função e matéria. O AXIS integra-se com distinção em interiores sofisticados, sem chamar a atenção, mas nunca passando despercebido.

Características Técnicas:
• Materiais: Aço inox escovado, acabamento dourado mate
• Dimensões: Altura média, base quadrada, cinzeiro circular embutido
• Estilo: Minimalismo contemporâneo, geometria racional
• Aplicações: Espaços interiores de elevada sofisticação, hotelaria, galerias, residências privadas

AXIS não é apenas um cinzeiro. É um exercício de presença silenciosa. Uma escultura funcional que respeita o espaço e dignifica o gesto quotidiano.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA 

O Design Híbrido é a materialização das Quimeras da imaginação, onde o impossível se torna real, sonhos Híbridos feitos realidade.
Victor Manuel

Armário Quimera Radial - Escultura Funcional com Secretária Revelada

O Armário Quimera Radial é uma peça-manifesto onde contenção e expansão coexistem num mesmo corpo. À primeira vista, apresenta-se como um volume rigoroso e silencioso, de linhas verticais contidas, quase monolíticas. Mas basta um gesto para que a peça se transforme: do seu interior emerge uma secretária em balanço, sustentada por uma estrutura radial que se abre como um leque, revelando tensão, movimento e intenção. Concebido sob a filosofia Uno-Prático, o Armário Radial não separa mobiliário de escultura. Ele acontece. A função não é imposta, é descoberta. A secretária não está sempre presente; revela-se apenas quando necessária, transformando o ato de trabalhar num ritual consciente.

Geometria em ExpansãoO elemento radial em madeira maciça, que sustenta o plano de trabalho, funciona simultaneamente como estrutura, gesto escultórico e assinatura conceptual. As hastes abertas partem de um único ponto de origem, evocando ideias de explosão controlada, pensamento em expansão e liberdade formal. É aqui que a Quimera Geométrica se materializa: ordem e instabilidade convivem em equilíbrio preciso.

Matéria e Contraste - A madeira de tom quente dialoga com superfícies em negro mate, criando um contraste gráfico forte e intencional. Os puxadores circulares, discretos mas expressivos, introduzem um ritmo visual que ecoa o centro radial da peça, reforçando a ideia de núcleo, gravidade e atração.

Função como ExperiênciaMais do que armazenar ou servir de apoio ao trabalho, o Armário Radial propõe uma nova relação com o espaço doméstico ou profissional. É um móvel que muda o comportamento do utilizador: convida à pausa, à concentração e à consciência do gesto. Aberto, cria um micro-espaço de trabalho. Fechado, regressa ao silêncio.

Presença no EspaçoEsta peça não se limita a ocupar uma parede, estrutura o ambiente. Em residências de autor, bibliotecas, estúdios criativos ou galerias, o Armário Radial afirma-se como objeto central, simultaneamente útil e contemplativo. No Armário Quimera Radial, procurei dar forma a uma ideia simples: o pensamento precisa, por vezes, de se abrir para existir.

Características Técnicas

Materiais: Madeira maciça (estrutura radial e pernas), MDF lacado, ferragens metálicas

Acabamentos: Madeira natural envernizada, superfícies em preto mate

Funções: Armário de arrumação · Secretária rebatível integrada

Estilo: Contemporâneo · Escultural · Design Híbrido

Aplicações: Escritórios de autor, bibliotecas, espaços residenciais, galerias

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA

"À conversa com Fernando Pessoa" 

Pessoa: "A coleção Uno-Pratico não é apenas mobiliário. É pensamento tornado forma.
Victor Manuel não projeta objetos, escreve poemas em madeira, traça silêncios em metal."

As camas não são só descanso, mas paisagens onde os sonhos se instalam.
Os armários ocultam biografias, os aparadores guardam gestos.
Nas estantes repousam fragmentos de identidades, como versos que esperam leitura.

As mesas de jantar não propõem refeições, mas encontros.
As secretárias não sugerem trabalho, mas reclusão fértil.
Há uma contenção precisa, um equilíbrio entre o que é dito e o que é calado.

A madeira escura evoca o peso da memória; o metal, o corte do futuro.
Os tecidos não chamam atenção, acolhem.
Cada peça Uno-Pratico suspende o tempo.
São objetos que não servem apenas à função, mas à introspecção.

Pessoa (encostando-se para trás):
"Victor Manuel constrói não móveis, mas refúgios para a alma que recusa o ruído.
São hinos discretos à beleza da solidão, e isso, meu caro, é poesia."

Candeeiro - Eixo Lúcido

O candeeiro de chão Eixo Lúcido, é uma obra que ultrapassa os limites do design funcional para se afirmar como escultura luminosa, uma síntese entre precisão geométrica, leveza visual e sensibilidade estética. Inspirado no compasso, instrumento de rigor e criação, este candeeiro reinventa a ideia de traçar luz no espaço. A estrutura, composta por dois elementos de madeira maciça em disposição oblíqua, evoca a elegância de um compasso ou a firmeza de um cavalete de desenho técnico. Do vértice superior, surge um braço metálico esguio, suspenso por um sistema de contrapeso que traduz o equilíbrio entre técnica e poesia.

A iluminação, proporcionada por um LED linear de alta eficiência, distribui-se com precisão, tornando a peça ideal para ambientes de leitura, trabalho criativo ou contemplação. O contraste entre os materiais, a nobreza quente da madeira e a precisão fria do aço, estabelece um diálogo visual harmonioso entre verticalidade e leveza horizontal. A base circular em aço inoxidável, discreta mas firme, ancora o conjunto com uma presença subtil, quase etérea. Eixo Lúcido não é apenas uma fonte de luz: é uma metáfora visual do encontro entre forma e função, onde cada linha desenha uma ideia e cada sombra sugere um pensamento.

Especificações Técnicas:
• Materiais: Madeira maciça (estrutura), aço inoxidável (braço e base), difusor em alumínio anodizado
• Fonte de luz: LED linear de alto desempenho
• Estilo: Minimalista, contemporâneo 

Ambientes indicados: Salas de estar, escritórios, galerias e espaços culturais

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA) 


Não é apenas um móvel, é uma experiência. Cada interação com ele é única, e o espaço ao seu redor torna-se mais pessoal. 
Victor Manuel

Braseiro Áurea - Escultura Ígnea para Espaços Contemporâneos

O Braseiro Áurea é a materialização do fogo enquanto linguagem arquitetónica. Mais do que uma lareira, é um objeto ritual, uma escultura funcional que convoca a ancestralidade do calor e a projeta num futuro de rigor formal e sofisticação material. A sua presença não aquece apenas o corpo: ativa o espaço, desacelera o tempo e impõe silêncio contemplativo. Áurea nasce da tensão entre opostos: peso e levitação, frio metálico e chama viva, geometria racional e energia indomável. Não procura integração discreta, afirma-se como centro gravitacional do ambiente. 

Fogo como Arquétipo No coração da peça, a chama assume protagonismo absoluto. Viva, orgânica e imprevisível, contrasta com a precisão milimétrica da estrutura. O fogo não é decorativo: é o núcleo conceptual da obra, símbolo de permanência, transformação e presença. 

Estrutura em Suspensão A composição baseia-se em volumes ortogonais sobrepostos, criando a ilusão de flutuação. O corpo inferior em acabamento cromado espelhado reflete o chão em cimento polido, dissolvendo os limites físicos da peça. Sobre ele, o volume superior em dourado escovado acolhe o braseiro, elevando a chama como um gesto quase cerimonial. Cada plano foi pensado para dialogar com a arquitetura envolvente, sem ruído formal, apenas intenção. 

Matéria e Reflexo O cromado atua como espelho do espaço, amplificando luz, fogo e movimento. O dourado introduz calor visual, nobreza e memória, uma referência subtil ao ouro enquanto material simbólico, eterno e ritualista. A combinação cria uma narrativa de luxo contido, onde nada é excessivo e tudo é essencial. 

Ambiente e Vibração Inserido num cenário de paredes em betão aparente e chão em cimento polido, o Braseiro Áurea redefine a vibração do lugar. Não compete com o espaço: reorganiza-o. Em ambientes residenciais ou institucionais, transforma-se num ponto de encontro silencioso, onde o olhar repousa e o pensamento abranda. 

Design como Ritual Contemporâneo Áurea não foi desenhado para ser apenas usado, mas vivido. É um objeto de permanência, um marco sensorial que devolve ao fogo o estatuto de protagonista no habitar contemporâneo. No Braseiro Áurea, o fogo não arde: habita. 

Características Técnicas Materiais: Estrutura metálica em aço com acabamento cromado espelhado e dourado escovado • Elemento Ígneo: Braseiro com lenha cerâmica / sistema de combustão decorativa • Ambiente Ideal: Interiores contemporâneos, lofts, galerias, espaços lounge, áreas de contemplação • Estilo: Escultural · Minimalista · Arquitetónico · Ritualista 

O Braseiro Áurea é uma afirmação de autor: um objeto onde o design deixa de ser função isolada e passa a ser experiência sensorial, espacial e simbólica. Uma peça que não se explica, impõe-se.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)

Antes de responder, o design pergunta. 
Victor Manuel

LEVIA - Cama Flutuante

A cama LEVIA é uma síntese elegante entre engenharia, sensibilidade formal e conforto. Uma peça que não apenas habita o espaço, reinventa-o. Com estrutura robusta e aparência etérea, esta criação propõe um novo olhar sobre o descanso: mais leve, mais envolvente, mais inteligente. A base iluminada confere à cama uma sensação de suspensão, como se flutuasse num campo de luz suave. Este efeito cenográfico é reforçado pelo desenho envolvente das formas curvas e contínuas, onde madeira, laca e tecido se fundem com sofisticação.

O encosto em tecido cinza claro, com linhas ondulantes e discretas, oferece apoio ergonómico e atmosfera acolhedora. Os painéis laterais integram discretamente iluminação de leitura e tomadas embutidas, tornando a experiência funcional sem comprometer a pureza do desenho. Os materiais, escolhidos com rigor, madeira natural, lacado acetinado e iluminação LED, dialogam entre si numa composição que une o sensorial ao técnico. LEVIA não é apenas um lugar de repouso: é um gesto arquitetónico no espaço íntimo.

Características Técnicas:
• Materiais: Madeira natural, laca acetinada, tecido de alta resistência, aço cromado, LED
• Iluminação: Difusa, embutida na base, e dirigida, nos painéis de cabeceira
• Estilo: Contemporâneo, escultural, funcionalista
• Aplicações: Quartos master, suítes, hotelaria de autor

LEVIA é repouso elevado à arte, um refúgio de luz, matéria e leveza.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)  

Chaise Horizonte - Escultura de Descanso Contínuo

A Chaise Horizonte é um convite à imobilidade consciente. Uma peça onde o corpo se estende, o olhar repousa e o tempo abranda. Mais do que uma espreguiçadeira de exterior, é uma escultura funcional de contemplação. Concebida sob a filosofia Uno-Prático, a Chaise Horizonte reduz o gesto ao essencial: um plano contínuo, uma inclinação justa, apoios precisos. A forma acompanha o corpo sem o dominar, permitindo que o descanso aconteça de forma natural e silenciosa.

Geometria do RepousoA estrutura em madeira define uma linha baixa e alongada, quase paralela ao solo, reforçando a ideia de horizonte e estabilidade. O encosto inclinado estabelece uma transição suave entre deitar e observar, enquanto os braços geométricos funcionam como âncoras, apoio para o corpo e para o gesto. Aqui, a ergonomia não é declarada: é sentida.

Matéria e LuzA madeira de tom quente dialoga com o ambiente exterior, enquanto o estofamento claro reflete a luz natural, criando uma sensação térmica e visual de frescura. Os materiais não competem com a paisagem, prolongam-na. A Chaise Horizonte existe em harmonia com o céu, a água e a arquitetura envolvente.

Função como Estado de EspíritoEsta peça não propõe atividade. Propõe presença. Ler, descansar, observar o movimento do mar ou simplesmente estar. O design não acelera nem distrai, sustenta o momento.

Presença no EspaçoEm piscinas, terraços, jardins ou resorts de autor, a Chaise Horizonte afirma-se como um ponto de repouso consciente. Não é mobiliário de passagem. É mobiliário de permanência. Na Chaise Horizonte, o corpo descansa. O olhar continua.

Características Técnicas Materiais: Estrutura em madeira maciça, estofamento exterior de alta resistência

Acabamentos: Madeira natural tratada para exterior, tecido claro resistente aos UV

Estrutura: Plano contínuo com encosto inclinado e apoios laterais integrados

Estilo: Contemporâneo · Exterior autoral · Uno-Prático

Aplicações: Piscinas, terraços, jardins, hotéis e resorts de luxo

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Mobiliário Último

Design, matéria e dignidade

Desenvolvi esta linha como desenvolvo todo o meu trabalho: com rigor, intenção e responsabilidade. Chamo-lhe mobiliário porque acredito que o último objeto que nos acolhe não deve ser excluído do campo do pensamento, da forma e da beleza. Estas peças são caixões e urnas fúnebres, mas recusam o estigma, a fealdade e a repetição acrítica associadas a esse objeto. São desenhadas como esculturas funcionais, concebidas para conter um corpo, sim, mas sobretudo para honrar uma vida. Não são objetos de negação. São objetos de aceitação serena. Aqui, a função é absoluta e inegociável. Mas a forma não abdica de pensar. O caixão e a urna deixam de ser um recipientes anónimos e tornam-se uma arquitetura última do corpo, um espaço de pausa, silêncio e respeito.

Forma, silêncio e proporção Cada peça é desenhada com economia de gestos. Não há ornamento supérfluo. Não há símbolos impostosA linguagem formal é contida, clara, quase arquitetónica. As proporções são pensadas para transmitir estabilidade, serenidade e inteireza.

Aqui, o design não grita. Permanece. O último objeto também é design - Não vejo contradição entre design e morte. Vejo continuidade. Se o design acompanha o ser humano em todas as fases da vida, sentar, dormir, habitar, conviver, então deve ter coragem de o acompanhar também no fim. Não por vaidade. Mas por coerência. Porque acredito que a beleza não é futilidade. É uma forma profunda de respeito.

Uma coleção para o silêncio - Este mobiliário não procura consenso. Não procura conforto emocional imediato. Não procura agradar.

Procura significar - São peças pensadas para um momento de recolhimento, onde o objeto não distrai, não impõe, não dramatiza. Apenas sustém. Sustém o corpo. Sustém o silêncio. Sustém a memória.

Design como gesto final - Esta coleção não é provocação. É responsabilidade. É a afirmação de que o design pode, e deve, acompanhar o ser humano até ao fim com dignidade, clareza e beleza silenciosa. Mesmo aqui. Sobretudo aqui.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)

Lareira Suspensa - LAREIRA EIXO

A Lareira Suspensa Lareira Eixo é uma peça de interior onde o fogo assume uma presença arquitetónica controlada, quase meditativa. Suspensa verticalmente, esta lareira transforma o ato ancestral de aquecer em um gesto contemporâneo de contemplação, equilíbrio e rigor formal.O volume cilíndrico em metal negro mate emerge com precisão do plano horizontal do banco, criando uma composição axial forte e serena. A chama, visível através da abertura circular frontal, torna-se o centro emocional da peça, um ponto de calor e luz que contrasta com a sobriedade dos materiais e a contenção cromática do conjunto.

O banco integrado, de linhas puras e geometria rigorosa, surge como base e contraponto visual à verticalidade da chaminé. Executado em madeira natural de tom profundo, acrescenta calor tátil e humano à composição, equilibrando a frieza industrial do metal. Esta dualidade material, metal e madeira, fogo e matéria sólida, define a identidade da peça. Pensada não apenas como elemento funcional, mas como objeto escultórico habitável, a Lareira Eixo convida à pausa, ao silêncio e à fruição do espaço. É uma lareira que não se impõe pelo excesso, mas pela clareza do gesto e pela honestidade dos materiais.

Características Técnicas:
• Tipologia: Lareira suspensa com banco integrado
• Materiais: Estrutura metálica com acabamento preto mate; banco em madeira natural
• Sistema: Lareira a lenha ou bioetanol (configurável)
• Implantação: Peça central ou encostada a parede estrutural
• Estilo: Minimalista, arquitetónico, brutalismo contemporâneo

Mais do que uma fonte de calor, a Lareira Suspensa LAREIRA EIXO é um objeto de arquitetura interior com vocação sensorial. Uma peça que organiza o espaço, cria atmosfera e devolve ao fogo o seu papel simbólico, íntimo, silencioso e profundamente humano.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA 

Sobre o Designer Victor Manuel

Designer de Equipamento | Fundador do movimento Quimera Geométrica

Sou Victor Manuel Marques Esteves, designer de equipamento e fundador do movimento Quimera Geométrica. Desenvolvi ao longo dos anos uma linguagem própria no design de mobiliário, intuitiva, provocadora e consciente, onde a inovação surge como consequência natural de olhar o objeto como presença sensível no quotidiano.

Cada peça que crio nasce de uma tensão entre o imaginário e o real:
O "Uno" representa a visão artística pura, a abstração geométrica, a ideia singular.
O "Prático" é a realização concreta, a engenharia invisível que dá corpo à quimera.

A minha prática nasce do equilíbrio entre tradição e contemporaneidade. Começa no gesto manual, no traço sobre o papel, e prolonga-se em ferramentas digitais e processos de visualização avançados, incluindo a Inteligência Artificial, sempre preservando o essencial: autoria, intenção e olhar humano.

A literatura, em particular Fernando Pessoa, é uma influência central. A heteronímia surge como metáfora do meu processo criativo: cada peça é um "heterónimo material", com identidade própria, poética distinta e função específica.

Como designer, recuso fórmulas fáceis. Procuro constantemente o equilíbrio improvável, estruturas que desafiam a gravidade, formas que sugerem movimento mesmo na imobilidade. Chamo-lhe "dinâmica estática": o objeto está parado, mas vibra com tensão interna.

Crio peças com uma assinatura visual reconhecível, independentemente da tipologia. Esta identidade é o que me permite transformar o design num sistema de pensamento, onde casa, carro, objeto e estilo de vida coexistem como partes de uma mesma visão.

A Quimera Geométrica não é apenas estilo. É rebelião contida. É rutura da simetria. É respeito pelas regras para depois as subverter. É arte com responsabilidade.

ZÉLIPSE - Porta-guarda-chuvas Escultural em Alumínio

ZÉLIPSE é a síntese entre contenção formal e expressão funcional. Uma escultura utilitária que transforma o simples gesto de guardar um guarda-chuva numa afirmação de identidade espacial. O seu corpo em forma de "Z", cortado por uma elipse frontal, não oculta, revela. Não adorna, estrutura.

Esta peça nasce da vontade de elevar o quotidiano através do design. Onde a maioria vê um suporte, ZÉLIPSE propõe uma presença. O vazio elíptico torna-se janela, a inclinação, movimento, e o alumínio, uma pele silenciosa de resistência e leveza. 

Geometria Visível A estrutura, inclinada a 65°, não é decorativa, é dinâmica. A linguagem geométrica é clara, rigorosa e coerente com a restante coleção de mobiliário, formando uma narrativa visual contínua. O rasgo frontal elíptico permite o contacto visual com os objetos no seu interior, conferindo transparência funcional.

Matéria com Intenção Construído inteiramente em alumínio, o ZÉLIPSE alia robustez à subtileza. A base abriga um prato amovível que recolhe a água dos guarda-chuvas, protegendo o espaço envolvente com discrição e eficácia. Cada componente existe com propósito: estruturar, servir, resistir.

Utilidade como Discurso ZÉLIPSE não compete por atenção, impõe-se pela sua integridade formal e pela clareza da sua função. É um convite à atenção ao detalhe, à nobreza dos gestos pequenos e à beleza da utilidade bem desenhada.

Signo Urbano Ideal para espaços de entrada, galerias, escritórios ou interiores públicos e privados que valorizam o design com assinatura, ZÉLIPSE não é um acessório, é uma extensão da arquitetura que o acolhe.

Características Técnicas:

• Materiais: Alumínio escovado
• Estrutura: Corte elíptico frontal, base com prato de recolha amovível
• Inclinação: 65°
• Estilo: Contemporâneo · Escultural · Funcionalista
• Aplicações: Átrios, entradas de edifícios, escritórios, espaços institucionais e culturais

ZÉLIPSE é a prova de que até o mais pequeno gesto pode ter grandeza, quando desenhado com intenção.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Render melhorado com IA)  

Banco Uno Urbano - Assento Urbano de Tensão Controlada

O Banco Uno Urbano é um objeto de confronto silencioso. Uma peça que nasce da colisão entre planos, materiais e intenções. Não procura conforto imediato, procura presença. É design como gesto urbano, direto e sem ornamento. Concebido sob a filosofia Uno-Prático, este banco assume a fratura como linguagem: a madeira quente surge suspensa, aparentemente deslocada, ancorada por um volume geométrico negro que funciona simultaneamente como estrutura, contrapeso e afirmação visual.

Geometria da RuturaA composição baseia-se em dois planos inclinados que se intersectam num equilíbrio tenso. O encosto angular não convida ao abandono do corpo, mas à consciência da postura. Sentar aqui é um ato deliberado, não automático. A assimetria não é decorativa: é estrutural e conceptual. Cada ângulo existe para contrariar a complacência do design previsível.

Matéria e CidadeA madeira, deixada limpa e precisa, introduz humanidade e memória num objeto de vocabulário urbano. O volume negro, sólido, opaco, quase arquitetónico, remete para o betão, o asfalto, a cidade como matéria dura.

É no contraste que a peça respira.

Função como DeclaraçãoO Banco Uno Urbano não é neutro. Não se esconde. Funciona como assento, mas também como marcador de espaço, peça-manifesto, micro-arquitetura habitável. Em contexto urbano, transforma-se num ponto de pausa crítica dentro do fluxo acelerado da cidade.

Presença no EspaçoEm ruas, praças, entradas de edifícios culturais ou espaços públicos contemporâneos, o Banco Fratura não se integra, posiciona-se. É design que aceita o risco de não agradar, porque prefere significar.

No Banco Uno Urbano, sentar é aceitar o desequilíbrio. E pensar.

Características Técnicas 

Materiais: Madeira maciça (assento), estrutura metálica ou compósito técnico (base)

Estrutura: Planos angulares interceptados, encosto inclinado

Acabamentos: Madeira natural, base em acabamento mate escuro

Estilo: Urbano · Escultural · Uno-Prático

Aplicações: Espaço público, zonas pedonais, museus, arquitetura contemporânea

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Poltrona Quimera - Escultura Habitável de Confronto e Acolhimento

A Poltrona Quimera é uma peça que não procura neutralidade. Assume o corpo, a matéria e a imperfeição como linguagem. É simultaneamente abrigo e confronto, uma escultura habitável onde o conforto nasce da tensão controlada entre forma, estrutura e emoção.

Inserida no universo da Quimera Geométrica, esta poltrona materializa a ideia de hibridação: superfícies macias atravessadas por costuras visíveis, volumes generosos contidos por gestos quase cirúrgicos. Nada é escondido. Tudo é assumido.

Anatomia da Peça - O corpo da poltrona é envolvente, quase orgânico, desenhado para acolher o utilizador como um casulo contemporâneo. O encosto curvo abraça, enquanto os braços estruturados definem limites claros, criando uma sensação simultânea de proteção e presença.

As suturações em couro, visíveis e intencionalmente destacadas, funcionam como elemento gráfico e conceptual. Não são ornamento: são narrativa. Evocam a ideia de reparação, construção e continuidade.

Matéria e TensãoO couro de tom escuro estabelece uma relação direta com o corpo, absorvendo a luz e reforçando a sensação de densidade e intimidade. Em contraste, a estrutura em madeira de tom quente surge como esqueleto aparente, firme, preciso, racional. Os elementos metálicos circulares, integrados nos braços, funcionam como pontos de ancoragem visual e simbólica: ligação, retenção, equilíbrio.

Função como Experiência - Sentar na Poltrona Quimera não é um gesto distraído. É um ato consciente. O corpo é convidado a repousar, mas também a sentir a presença da peça. Aqui, o conforto não é anestesia, é consciência corporal.

Presença no EspaçoEm salas de estar de autor, bibliotecas, galerias ou contextos expositivos, a Poltrona Quimera afirma-se como peça-âncora. Não se dilui no espaço. Constrói-o. É mobiliário com discurso, objeto com identidade, design que aceita a complexidade. Na Poltrona Quimera, o conforto nasce da junção. Daquilo que foi separado e voltou a unir-se.

Características Técnicas

Materiais: Couro natural ou ecológico, madeira maciça, elementos metálicos

Estrutura: Corpo estofado com costuras expostas, base e laterais estruturais em madeira

Acabamentos: Couro em tom escuro, madeira natural envernizada, metal acetinado

Estilo: Escultural · Contemporâneo · Quimera Geométrica

Aplicações: Salas de estar, bibliotecas, espaços culturais, galerias, interiores de autor

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Chaise Enlace - Escultura de Repouso Contínuo

A Chaise Enlace é uma peça de descanso concebida como um único gesto contínuo. Uma escultura habitável onde estrutura e conforto se fundem numa forma fluida, sem interrupções, sem ruído, sem excesso. Inserida na filosofia Uno-Prático, esta chaise traduz a ideia de repouso como estado consciente. O corpo não é imposto à forma, é acompanhado por ela. Cada curva nasce de uma necessidade ergonómica e cada inclinação responde ao ritmo natural do corpo em repouso.

Forma como Continuidade A estrutura em contraplacado moldado, folheado a madeira maciça, desenha uma linha orgânica que se eleva, acolhe e regressa ao chão num movimento suave e controlado. Não há quebras abruptas. Não há articulações visíveis. A peça lê-se como um só volume em fluxo permanente.

Aqui, a engenharia serve o silêncio da forma.

Matéria e ConfortoO estofamento claro, generoso e contido, estabelece um contraste sereno com a madeira de tom quente. A textura suave convida ao toque e prolonga a experiência sensorial do repouso. A almofada integrada não é acessório: é extensão natural da peça. O pequeno plano lateral em madeira, que acolhe uma luminária discreta, reforça o carácter ritual da chaise, leitura, pausa, contemplação.

Função como EstadoA Chaise Enlace não propõe pressa. Propõe permanência. É pensada para momentos longos, silenciosos, onde o corpo encontra apoio e o pensamento desacelera. O design não distrai nem domina, sustém.

Presença no Espaço - Em interiores de autor, bibliotecas, quartos ou espaços de contemplação, a Chaise Enlace afirma-se como peça-âncora. Não é decorativa. É estrutural no ambiente, criando um território próprio de descanso e introspeção.

Na Chaise Enlace, o corpo não se deita. É envolvido.

Características Técnicas

Materiais: Contraplacado moldado folheado a madeira maciça, estofamento têxtil, madeira maciça

Estrutura: Corpo contínuo curvado, apoio integrado, plano lateral funcional

Acabamentos: Madeira natural envernizada, tecido claro de toque suave

Estilo: Contemporâneo · Escultural · Uno-Prático

Aplicações: Salas de estar, bibliotecas, quartos, espaços de repouso e contemplação

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Mesa Uno - Escultura de Encontro

A Mesa Uno é uma peça concebida como centro simbólico do espaço doméstico. Mais do que uma mesa de jantar, é um lugar de convergência, onde corpos, gestos e palavras se organizam em torno de um eixo comum. Fiel à filosofia Uno-Prático, esta peça traduz a função essencial da mesa: reunir. A forma é clara, equilibrada e intencional. Nada é decorativo. Tudo é estrutural.

Forma como CentralidadeO tampo circular em madeira natural afirma a igualdade dos lugares. Não há cabeceiras. Não há hierarquia. Todos os pontos do círculo têm a mesma distância ao centro, reforçando a ideia de partilha e presença comum. A base cilíndrica central, robusta e serena, ancora visualmente a peça ao espaço. É um gesto arquitectónico, quase um pilar, que sustém não apenas o tampo, mas o próprio ritual do encontro.

Luz como Extensão da MesaO candeeiro integrado eleva a mesa a um plano quase cenográfico. A luz não vem de fora: nasce do centro, como se o próprio ato de estar à mesa iluminasse o espaço. A dupla luminária cria uma atmosfera equilibrada, íntima e funcional, desenhando o círculo do convívio com suavidade.

Matéria e Conforto A madeira quente do tampo dialoga com os estofos neutros das cadeiras, criando um ambiente contido, elegante e silencioso. As cadeiras acompanham a mesa sem competir com ela, são extensão do gesto, não protagonistas isoladas.

Função como Ritual - A Mesa Uno não é pensada para uso apressado. É uma mesa de permanência. De refeições longas, conversas demoradas, silêncio partilhado. Aqui, o design não impõe ritmo, acolhe-o.

Na Mesa Uno, não se senta apenas para comer. Senta-se para estar.

Características Técnicas

Materiais: Contraplacado folheado a madeira maciça, madeira maciça, metal, estofamento têxtil

Estrutura: Tampo circular com base central cilíndrica

Iluminação: Candeeiro integrado com dupla luminária, luz difusa

Acabamentos: Madeira natural envernizada, metal polido, tecidos neutros

Estilo: Contemporâneo · Escultural · Uno-Prático

Aplicações: Salas de jantar, espaços de autor, ambientes residenciais e projetos de interiores de luxo

Mesa Uno - O lugar onde o espaço se organiza à volta das pessoas.

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25.

(Render melhorado com IA)  

Galeria 

RESERVAM-SE OS DIREITOS DE AUTOR SOBRE TODOS ESTES DESENHOS E IMAGENS APRESENTADAS NESTE SITE, PROPRIEDADE INTELECTUAL DE VICTOR MANUEL MARQUES ESTEVES, NÃO PODENDO SER REPRODUZIDOS. NO TODO, OU EM PARTE, SEM O PRÉVIO CONSENTIMENTO DO AUTOR. OBRAS REGISTADAS NO IGAC SOB. O Nrº 462/2025 E NO INPI SOB. O Nrº 746595/25. 

(Renderes melhorados com IA

A marca Victor Manuel

Victor Manuel Marques Esteves com a marca mista registada VICTOR MANUEL apresento uma visão singular no design de equipamento. Cada peça é concebida com paixão e precisão, refletindo a minha dedicação à funcionalidade, estética e inovação. O meu objetivo é criar soluções que não só cumprem o seu propósito, mas que também enriquecem o ambiente em que se inserem. Descubra um design que alia a forma à função, assinado por Victor Manuel

Contacto

                                                                                                                                                                                                                                             (Foto de: Victor Manuel Marques Esteves
Entre o traço e o silêncio, há sempre uma ideia por nascer.
O design é só o começo.
Victor Manuel

                                                                                                  

#VictorManuel #DesignAutoral #UnoPrático #EsculturaFuncional #DesignComAlma #MobiliárioDeAutor #DesignPortuguês #ArteHabitável #EstéticaContemporânea #DesignPoético #MobiliárioEscultural #DesignMinimalista #FuncionalismoEstético #DesignConceitual #QuimeraGeométrica #DesignEmocional #PeçasAssinadas #DesignSustentável #CandeeirosDeAutor #ArquiteturaDeInteriores #MobiliárioContemporâneo #DesignComIdentidade #FilosofiaMaterializada #DesignNarrativo #ObraDeAutor #DesignComPensamento #DesignDeEquipamento #ArteEFuncionalidade #EstéticaPortuguesa #DesignComResponsabilidade #designfunebre #mobiliariofunebre #designfunebrecontemporaneo #mobiliariodeautor #designcomopensamento #designcomoritual #arquiteturadosilencio #objetodetransicao #designexistencial #designdadespedida #designdapassagem #esculturafunebre #designescultural #designconceptual #minimalismoemocional #designhibrido #quimerageometrica #unopratico #designnaoconvencional #designradical #madeiranobre #cerejeiraaltobrilho #contrapladomoldado #madeiramacica #cimentopolido #metaisnobres #ledintegrado #acabamentoartesanal #designsustentavel #caixaofunebre #caixaocontemporaneo #caixaodedesign #arquiteturafunebre #ritualcontemporaneo #despedidacondignidade #designmemorial #urnacontemporanea #urnadeautor #objetodememoria #arquiteturadamemoria #esculturamemorial #designsimbolico #designespiritual #presencasilenciosa #permanenciaelegado #victormanuel #designportugues #designerautor #designindependente #designcultural #resistenciacriativa #designcometica #contemporaryfuneraldesign #funeralfurnituredesign #designasritual #designforremembrance #existentialdesign #authorfurniture